Este texto deverá apresentar a instituição de uma forma mais abrangente, mostrando a história da instituição, a sua importância na comunidade em que se insere, entre outros elementos de interesse da instiuição.
A Casa-Museu de Leal da Câmara está instalada na moradia onde Mestre Leal da Câmara viveu desde 1930 até à sua morte, ocorrida em 1948.
O edifício fora outrora pertença de Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, detendo nessa altura a função de entreposto de muda de cavalos situado entre a Quinta da Granja do Marquês (Terrugem, Sintra) e o Palácio de Oeiras.
No século XIX funcionou como Hospital de Campanha das tropas portuguesas durante as Invasões Francesas. Incorporada na Câmara Municipal de Sintra em 1965, por morte da doadora e viúva do Mestre, desde essa data a Casa-Museu vem prestando à população um serviço cultural único onde se evidenciam as vivências do artista.
O edifício onde está sedeado o Núcleo dos Saloios da Casa-Museu de Leal da Câmara deve o seu projeto, primeiro, a Jorge Segurado que, em 1919, concebe um imóvel para albergar o Museu Etnográfico Português a implantar na Flandres, e depois a Leal da Câmara que o remodela como Escola Primária. Desde 21 de Julho de 2003 funciona ali um espaço onde se exibem as coleções saloias do artista. Coleções / Patrimónios: pintura, mobiliário, caricatura, desenho, tecidos, cerâmica. Arquivo fotográfico e de correspondência e documentação.
Encontra-se instalado num imóvel construído nos inícios do século XX para azenha, que, na Azinhaga da Sardinha, aproveitava as águas do Rio do Porto.
A 24 de Setembro de 1974, Mestre Pedro Augusto dos Anjos Teixeira legou oficialmente à Edilidade Sintrense, todo o seu espólio (de cariz neo-realista) e, ainda, boa parte do de seu pai, Artur Gaspar dos Anjos Teixeira, ficando, deste modo, as obras de dois grandes Mestres escultores contemporâneos reunidas no mesmo espaço, o qual abre ao público apenas em 1976. Passou o Mestre a residir no edifício, transformando-o numa Casa-Museu pública e num Atelier vivo, onde deu aulas de escultura entre 1977 e 1992.
Mais tarde, o Museu sofreu obras de beneficiação no seu interior, tendo-se optado pela pintura de paredes e peanhas em tons mais claros, por forma a destrinçar o que é infra-estrutural e o que está exposto, tendo-se, igualmente, procedido ao tabelamento de todas as peças expostas.
Este museu é dedicado à mostra da escultura de dois grandes Mestres portugueses, pai e filho, Artur Gaspar e Pedro Augusto dos Anjos Teixeira, cujas concepções (desenho e escultura) se inserem no Naturalismo, Realismo, Tardo-Naturalismo e Neo-Realismo. Ambos exploraram as temáticas da anatomia humana e animal, o trabalho, a liberdade, as profissões, a condição feminina e as figuras históricas e religiosas.
O Museu Ferreira de Castro situa-se em plena Vila Velha de Sintra, no Casal de Santo António. Contém o espólio particular, literário e artístico do grande romancista português Ferreira de Castro (1898-1974), doado pelo próprio ao Povo de Sintra, um ano antes de falecer.
Tendo Ferreira de Castro manifestado o desejo de que os seus restos mortais permanecessem em Sintra – como veio a suceder –, aceitou de bom grado a sugestão de «dois notáveis escritores, sintrense um, outro lisboeta, a quem a biblioteca da vila por nós amada prestava bons serviços para as suas pesquisas culturais», no sentido de que essa doação se fizesse. Trata-se de Francisco Costa, então director da Biblioteca Municipal, e Alexandre Cabral, que tinha na Camiliana de Sintra um apreciável acervo bibliográfico e documental para o desenvolvimento da sua investigação.
O primeiro mentor desta ideia terá sido, contudo, o então presidente da Câmara, António José Pereira Forjaz, que em carta de 10 de Abril de 1973, dirigida ao romancista, manifestava alvoroçadamente o seu júbilo, depois de verificada a conformidade da doação com as disposições legais. Seguidamente, Francisco Costa elaborou um parecer em que acentua a importância do espólio, sendo o texto da doação lido em voz alta por Pereira Forjaz na reunião de Câmara de 18 de Abril desse ano. Nesse mesmo dia, Forjaz daria ao autor de A Selva a notícia da aprovação por aclamação da «generosa, tão importante e valiosa doação.» Em consequência do trabalho da Comissão Instaladora, integrada entre outros, por Elena Muriel Ferreira de Castro, Alexandre Cabral, Álvaro Salema, Francisco Costa e José Alfredo da Costa Azevedo, o Museu abriu as suas portas em 6 de Junho de 1982. Encerrado para obras três anos mais tarde, reabriria em 22 de Julho de 1992, após remodelação dos conteúdos expositivos e de elaboração de um novo guia para o visitante.
Por ordem cronológica, é tratado o percurso vivencial do escritor, podendo ser apreciadas edições raras, manuscritos, objectos pessoais e ilustrações originais para as suas obras, entre outros objectos. O Gabinete de Trabalho do escritor foi reconstituído de acordo com o que existia na sua casa de Lisboa. Para além dos objectos pessoais e de escrita, saliente-se os retratos da autoria de Eduardo Malta, Roberto Nobre e Stuart Carvalhais. O Museu exibe ainda telas e desenhos de Bernardo Marques, Cândido Portinari, Elena Muriel, Jorge Barradas e Júlio Pomar e escultura de António Duarte, Anjos Teixeira e Júlio de Sousa.
O espólio documental de Ferreira de Castro é constituído por mais de 20 mil documentos de epistolografia, periódicos, manuscritos, fotografias, estando acessível a investigadores.
Ferreira de Castro foi um dos escritores portugueses mais traduzidos. A Selva, o seu mais conhecido romance, foi publicado em todas as latitudes, havendo que juntar-se-lhe outras magníficas obras como Emigrantes, Eternidade, Terra Fria (Prémio Ricardo Malheiros), A Lã e a Neve, A Curva da Estrada, A Missão ou O Instinto Supremo, entre outras, além da literatura de viagens: Pequenos Mundos e Velhas Civilizações e A Volta ao Mundo, realizada em 1939.Foi por duas vezes proposto para Prémio Nobel de Literatura, por instâncias internacionais. As Maravilhas Artísticas do Mundo, uma longa viagem pela História da Arte publicada entre 1959 e 1963, foi premiada pela Academia de Belas Artes de Paris. Também em França, obteve, em 1970, o primeiro Prémio Águia de Oiro, do Festival Internacional do Livro de Nice, atribuído por um júri internacional de escritores, presidido por Isaac Bashevis Singer. No ano seguinte, receberia, com Jorge Amado e Eugenio Montale, o Prémio da Latinidade.
Nascido numa aldeia do concelho de Oliveira de Azeméis, escreveu grande parte da sua obra em Sintra, onde está sepultado, na Serra, numa vereda que conduz ao Castelo dos Mouros.
O MU.SA é um museu que nos propõe uma viagem pela arte figurativa existente na Coleção Municipal de Arte Contemporânea, através da pintura e da escultura produzidas por artistas portugueses e estrangeiros residentes em Portugal, mas não só: tem uma programação polivalente e plural, com obras de arte com temas e técnicas diferenciadas de autores de várias gerações, e trabalhos de artistas marcantes no panorama concelhio, nacional e internacional.
Este espaço museológico, que se encontra no antigo Casino, junto ao Centro Cultural Olga Cadaval, tem ainda uma zona para fotografia, uma Livraria Municipal e uma Galeria Municipal onde são apresentadas exposições temporárias de artistas nacionais e estrangeiros.
O Museu de História Natural de Sintra localiza-se em pleno Centro Histórico da Vila Velha de Sintra, na Rua do Paço, num edifício do século XIX, mais concretamente de 1893. Nele, está patente ao público uma exposição de longa duração, cuja génese deu-se nas mãos do colecionador Miguel Barbosa e de sua mulher, Fernanda Barbosa, os quais, durante cerca de 50 anos, reuniram um acervo único composto por milhares de fósseis de valor cultural e científico incalculável.
Este Museu conta, para além da Sala de Exposição Permanente, com uma Sala de Exposições Temporárias preparada para receber mostras e eventos diversos, com uma Reserva e Laboratório para o tratamento e estudo das peças, com um pequeno Serviço de Documentação especializado e ainda uma Loja. O espaço expositivo tem uma apresentação dinâmica, recorrendo a conceções de mobiliário e equipamento assentes na modernidade, jogando, ainda, com o recurso às novas tecnologias. O Serviço Educativo tem como ponto de partida a exposição permanente para “contar uma história” que começa com a formação da Terra Primitiva e as mutações que esta sofreu ao longo de milhões de anos no decorrer das diferentes Épocas Geológicas, desde o Pré-Câmbrico ao Quaternário, mostrando toda a evolução da vida através das Coleções Municipais de Paleontologia, Mineralogia, Malacologia e Petrografia oriundas das mais diversificadas partes do mundo.
A constituição deste estabelecimento museológico, inaugurado em Agosto de 2009, teve e tem por base os milhares de peças de enorme importância científica que o Colecionador Miguel Barbosa e a sua mulher reuniram ao longo de décadas e que, em boa hora, doaram ao Município de Sintra. A unidade conta com diversas valências, as quais estão à disposição do público para fruição do mesmo, explorando as vertentes lúdica e didática. Com a criação desta unidade, Sintra conta com mais um equipamento cultural de elevada qualidade e que colmatou, pela sua vocação e missão próprias, uma necessidade que se impunha e que era a de se dar um destino credível, adequado, digno e público às várias Coleções que são hoje pertença da Câmara Municipal de Sintra. Este é o quarto Museu de História Natural constituído na Região da Grande Lisboa, sendo, contudo, o mais moderno e o mais universal quanto à proveniência das suas peças, abrangendo estas todos os continentes da Terra. Destacam-se, de entre os mais de 10.000 fósseis do Museu, uma soberba Coleção de Trilobites e alguns exemplares raros e muito bem conservados de Dinossáurios. Também a grande beleza dos minerais com peças ainda em rocha, e outras isoladas e lapidadas –que são uma atração para o visitante, tanto nacional como estrangeiro. Na Coleção de Malacologia, salientam-se os Bivalves e alguns Gastrópodes, de proveniências diversas. Por fim, na Coleção de Petrografia, encontram-se representadas, não só as principais rochas do território nacional, como, igualmente, pela sua raridade e importância, as rochas provenientes do Espaço, os denominados meteoritos, com enfoque para o célebre Meteorito de Nantan (China), cujo impacto com a Terra vem já referenciado em documentos do século XVI.
É no Museu de História Natural de Sintra que se pode ver o holótipo, espécime tipo, Barbosannia Gracillirostris. Esta nova espécie e género de pterossauro deve o seu nome cientifico a Miguel Barbosa, pois foi ele que trouxe até ao mundo cientifico este exemplar fóssil o qual foi estudado na Alemanha, no Staatliches Museum für Naturkunde Karlsruhe, através de uma parceria estabelecida entre a Edilidade e o referido Museu. Este Museu, que se quis moderno, apelativo funcional, didático e cientificamente atuante está, desde a sua inauguração (a 1 de Agosto de 2009), à inteira disposição de todos os interessados.
O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas assenta os seus mais profundos alicerces no Renascimento, quando alguém - muito provavelmente Francisco d’Ollanda - decidiu reunir em torno da antiga Ermida de São Miguel um apreciável conjunto de monumentos epigráficos encontrados por entre as ruínas romanas ainda então visíveis no local.
Mais recentemente, em 1955, a Câmara Municipal de Sintra, por iniciativa do Prof. Joaquim Fontes, tentou uma experiência inovadora para o seu tempo: a construção, em plena zona rural, de um pequeno núcleo museológico que permitisse voltar a reunir, em Odrinhas, as antiguidades entretanto dispersas, além de outras mais recentemente detectadas.
O actual Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, aberto ao público em 1999, é um projecto de arquitectura de Alberto Castro Nunes & António Maria Braga com a consultoria de Léon Krier, e programa museológico de José Cardim Ribeiro. Este novo espaço veicula os legados dos seus dois primordiais antecessores museais. Herdou, do mais remoto, o espírito humanista e cosmopolita que foi apanágio do Renascimento e, do mais recente, colheu o vínculo privilegiado ao meio que o rodeia e à população rural do Termo de Sintra.
Meta aparentemente impossível, essa de juntar e harmonizar coisas pretensamente contraditórias: as raízes “localistas” da instituição e a fertilidade e o vigor dos seus ramos que apontam decididamente para fora, mesmo para além-fronteiras.
Mas a contradição é mais aparente que real. Sintra beneficiou sempre, ao longo dos milénios, de uma ocupação humana muito intensa e diversificada, de origens e tradições culturais díspares, que aqui foram deixando não só os múltiplos testemunhos materiais da sua passagem e vivência, mas também o essencial da sua própria personalidade, num processo dinâmico e cumulativo que pouco a pouco veio a construir a singular riqueza patrimonial da região.
Finis terrae do Mundo Antigo, zona privilegiada de intercâmbio entre o Norte Atlântico e o Sul Mediterrânico, beneficiando ainda da extrema proximidade ao Estuário do Tejo e à grande metrópole que desde cedo nele se implantou, rica de uma paisagem multifacetada - desde a Serra Sagrada, emergindo do Oceano, às colinas que de Lisboa ao Termo de Mafra enquadram uma rica série de plataformas cerealíferas entre si divididas por profundos vales fluviais, fecundos em hortas e culturas de regadio -, a Região de Sintra abunda em monumentos e vestígios arqueológicos de todas as épocas, que não se apresentam como um todo sequencial monótono e previsível, mas sim como um mosaico polícromo e fértil dos mais variados motivos que inesperadamente se cruzam e fundem, como se os passados da Europa e do Mediterrâneo aqui viessem convergir e sincretizar-se.
Sintra, pois, amostragem legítima e plurifacetada de muitas arqueologias, de muitas histórias, de muitas tradições.
Eis como a própria realidade local é em si mesmo cosmopolita, facilitando-nos assim a tarefa de projectar a sua imagem para o exterior. As colecções conservadas no novo Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas constituem o corolário do que acabámos de afirmar.
As centenas de inscrições e monumentos lapidares romanos aqui reunidos, todos de origem regional, espelham no entanto, e par a par, influências estilísticas e populações de filiação itálica, norte africana, oriental, paleohispânica - entre outras menos frequentes. Os vigorosos lintéis de uma singular igreja visigótica - ou “visigotista”- latinizam nas inscrições que ostentam a matriz síria da sua expressão plástica. As largas dezenas de cabeceiras medievais justapõem a cruz ao signo-saimão, as rodas concêntricas do Mundo aos dois triângulos invertidos da hexalfa. Até os três únicos sarcófagos etruscos existentes em Portugal aqui vieram ter, fruto da eleição de Sintra como “paraíso perdido” do Romantismo, visto que de Itália passaram há mais de século e meio para os jardins de Monserrate, como simples ornatos de sabor antiquarista, e daí vieram recentemente para o novo Museu de Odrinhas, onde finalmente assumiram foros de peças arqueológicas de primeira grandeza no contexto museológico nacional.
Sarcófagos etruscos, monumentos romanos, lintéis visigóticos, túmulos medievais e outras lápides epigrafadas perfazem, no seu todo, aquilo que no Museu designamos como “O Livro de Pedra”. Efectivamente, estes textos, gravados em materiais que desafiam o tempo, são como que páginas arrancadas do enorme livro de pedra da História, que os deuses consentiram tivessem até nós chegado. A leitura, a decifração destes fragmentos permite-nos entrever o passado, como que observando as sombras enganadoras da caverna de Platão. À nossa imaginação compete completar a(s) realidade(s).
Mas “O Livro de Pedra” não esgota o que haverá para ver quando, mais tarde, todas as colecções estiverem expostas. Os materiais ora conservados nas reservas do Museu incluem numerosissímos testemunhos cerâmicos, de produção regional ou de importação, cobrindo toda a História dos povos que se fixaram na região de Sintra durante os últimos seis mil anos; diversificada utensilagem lítica, cujos inícios remontam a épocas muito anteriores, mas que se prolonga e complexifica ao longo dos séculos, dos milénios; artefactos metálicos, desde objectos do quotidiano às moedas cunhadas por reis, imperadores e califas; frágeis e variegados vidros, que o tempo irisou em dourados esplendores; para além de materiais orgânicos até hoje conservados, não só manufacturas em osso, marfim ou madeira, mas também - não esqueçamos - os próprios restos, cremados ou inumados, dos nossos antepassados.
São os contextos do dia a dia que se pretendem expor, numa inversão didáctica - e, convenhamos, mais natural - dos percursos museológicos habituais, pois que, tal como crianças que tentam pouco a pouco penetrar na profundidade do Tempo, caminharemos do próximo-passado em direcção às épocas mais remotas, mergulhando progressivamente nas realidades que mais se afastam do nosso próprio quotidiano. A este percurso chamaremos “O Claustro do Tempo”.
Poderíamos agora assinalar várias outras zonas existentes no Museu, designando-as como complementares, ou “de apoio”. Nada de mais errado, porquanto o novo Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas está concebido como um todo, alicerçado em alguns princípios muito simples e objectivos que pretendemos venham a constituir-se no seu verdadeiro genius loci: a Tolerância; o Humanismo; a Harmonia dos Contrários; a Pluralidade Cultural; o Conhecimento, a Conservação e a Passagem do Legado da Tradição; o Otium Fecundum.
Do mesmo modo que “O Livro de Pedra” e que “O Claustro do Tempo”, também a grande Biblioteca especializada - mas inteiramente pública -, também o Auditório nas suas diferentes potencialidades, também as Exposições Temporárias, a Livraria, a “Ágora” em torno da qual se distribuem os vários edifícios do Museu, a própria escolha da linguagem arquitectónica - que talvez possa ser legitimamente designada como assumida expressão de um Classicismo “despojado” -, sem esquecer a Ermida de São Miguel de Odrinhas - velha como a Nacionalidade - e as ruínas da villa romana epónima, militam, no seu conjunto e como realidade indivisível, para dar voz e coerência aos princípios que nortearam a concepção deste espaço. Para animarem - de anima, “alma”, entenda-se... - o seu genius loci.
O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, um projecto arrojado? Não! Uma realidade arrojada! Concebida à proporção da riqueza patrimonial de Sintra e dos parâmetros internacionais por onde forçosamente se terão de pautar todas as iniciativas congéneres que pretendam validamente ultrapassar as fronteiras do localismo e das gerações imediatas.
Este texto deverá apresentar a instituição de uma forma mais abrangente, mostrando a história da instituição, a sua importância na comunidade em que se insere, entre outros elementos de interesse da instiuição.